De assistentes bajuladores a executivos digitais
Lembra quando conversar com um chatbot era só uma forma sofisticada de preencher formulário? Pois esqueça isso. O que está surgindo agora nas grandes corporações não pergunta "como posso ajudar?" — ele simplesmente age. Compra estoque, renegocia fornecedores, ajusta preços em tempo real e demite processos ineficientes sem pedir licença a ninguém. Estamos falando de agentes autônomos que deixaram de ser ferramentas de suporte para virar, de fato, proxies corporativos com poder de decisão.







