Do papel para a tomada
Durante décadas, a computação quântica foi aquela promessa distante, quase mítica, discutida em conferências acadêmicas e artigos cheios de equações indecifráveis. Agora, o Departamento de Energia dos Estados Unidos decidiu apertar o botão de avanço rápido. Com um pacote bilionário de investimentos voltado a laboratórios nacionais e parcerias com a iniciativa privada, o objetivo é claro: construir computadores quânticos tolerantes a falhas, capazes de funcionar fora das condições perfeitas de um laboratório isolado.







