Quando a competição esquece as regras do bom senso
Existe um momento, em algum bar perdido no interior da Finlândia ou numa colina íngreme da Inglaterra, em que alguém olha para um objeto qualquer e pensa: "e se a gente corresse atrás disso?" Foi mais ou menos assim que nasceram esportes que desafiam qualquer definição tradicional de atletismo. Enquanto marcas como Nike e Adidas investem bilhões em tênis para maratonas e jogos olímpicos, existe um universo paralelo onde a vitória pode significar rolar morro abaixo atrás de uma roda de queijo de oito quilos — literalmente.






